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Motivando as Geometrias não Euclidianas (1 de 5)

Essa foi uma aula que o Maikel, a Jana e eu fizemos no IV Brincando de Matemático, pelo PET Matemática UFPR, em 2008. O curso foi de uma semana, mas essa série de cinco partes é apenas a metade de uma aula, a segunda metade é a série História da Geometria. Esse curso foi destinado a alunos do ensino médio.

Mais tarde reformulamos e ampliamos o conteúdo (agora sem o estorvo do Maikel, hehe, brincadeira!) para fazer um minicurso, que chamamos de Trabalhando Geometria, no Curso de Verão da Matemática da UFPR de 2009. Dessa vez o curso foi destinado a professores do ensino fundamental e médio e alunos do curso de graduação em matemática. No entanto, o conteúdo do dia que apresentarei nos 10 posts ficou intocado, só ficou diferente durante a aula, na maneira de passar o conteúdo.

 

Veja a segunda parte: Motivando as Geometrias não Euclidianas (2 de 5).

UMA HISTORINHA PARA COMEÇAR

Era uma vez um rapaz muito curioso chamado Renato, que não tinha muito o que fazer. Renato vivia em um mundo muito nebuloso, onde não se via um palmo diante do nariz. Um dia Renato sentou no chão, colocou um capim na boca e começou a se questionar:

 

Então, Renato colocou uma estaca no chão, amarrou um barbante nela e começou a andar com ele na mão, mantendo sempre o o bem esticado para garantir que andava em linha reta.

 

Renato caminhou durante muito tempo, muito tempo… Atrás de si o fio desenrolava-se, totalmente e perfeitamente esticado: Renato construia assim uma RETA impecável.

 

Mas certo dia…

Renato, que tinha ainda algum fio, decidiu investigar esse assunto. Imperturbável, continuou esticando o fio, e prosseguiu, SEMPRE EM FRENTE, cheio de curiosidade.

A RETA de Renato fechava-se sobre si própria!!!

O que está acontecendo? Que mundo estranho é esse onde Renato vive? Um mundo onde uma reta se intersecta com ela mesma?

(Texto adaptado de ‘As Aventuras de Anselmo Curioso – Os Mistérios da Geometria’.)

[Na aula nós fizemos essa historinha e de fato eu era o rapaz curioso. A Jana narrou a história e o Maikel foi a estaca (papel importante, não? hehe). Veja as fotos abaixo: na primeira eu estava pensando com o mato na boca (e era mato de verdade, daqueles bem amargos!), repare nas nuvens desenhadas no quadro, representando o “meu mundo nebuloso”; na segunda foto eu já tinha amarrado o fio no Maikel e estava indo o mais longe possível.]

   

Continua: Motivando as Geometrias não Euclidianas (2 de 5)

Esta notícia tem 6 comentários

  1. Olá, Renato!
    Hehehehehe! Tanto trabalho, comendo mato (na próxima vez, use temperar com sal), circulando a Terra pra redescobrir o que? Que a Terra é redonda! KKKKKK! Que mico! E cuidado com essas representações ao pé da letra! Rsrsrsrs!
    [1]!!!!!

  2. Olá, Renato!
    Estive garimpando os posts anteriores do blog do Kleber e encontrei esse aquí: http://obaricentrodamente.blogspot.com/2010/08/o-peso-de-uma-distancia.html
    aí, só por curiosidade, tomei as informações que ele informou ali sobre: medida do paralelo inicial ou equador… 40074,16 km; peso de linha de costura (não é barbante) nº 40… 0,000403 kg/m e depois montei uma regra de três simples e direta…
    linha (m)…………………… peso (kg)

    1……………………………0,000403

    40074160……………………. x

    donde x = 16149,88648 kg ou aprox. x = 16 T!
    E veja que, é o peso de linha de costura… então, o barbante deve ser mais pesado.
    Já tinha pensado nisso, antes de realizar a sua experiência ?
    Um abraço!!!!!

  3. Olá, Renato!
    Bom, levando-se em conta que ainda refez a experiência, então… das duas uma: é forte mesmo ou então, o segredo estaria nas propriedades (você disse que ela amargava) daquela folhinha de mato, não é? Qual é? Ela anestesia o corpo ou lhe transmite força? Podemos examiná-la? Mais uma coisa: você pode ser forte, mas, garanto que (como dizia a minha mãe) não poderá ser mais forte do que o maxixe! KKKKKKKK!!!!
    Para atravessar o oceano? Nenhum problema, desde que você imite o lagarto-de-Jesus-Cristo (bazilico). Já conhece? Aliás, o pessoal do programa "pânico", andaram tentando fazer o mesmo. É hilário! Rsrsrrs!
    Para o mundo nebuloso, a explicação é: Uma somatória de várias fontes que causam formação de névoa, nevoeiros e fumaças, tipo: nevoeiros naturais, queimadas, poluição das fábricas (chaminés), erupções vulcânicas, guerras, veículos e… a moçada que acenderam as tochas olímpicas e mandaram ver nos baseados. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!!!
    Um abraço!!!!!

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